Em um dado momento do ano de 1999, duas pessoas se esbarram por mera coincidência em um ponto qualquer de um universo imenso. Será mesmo coincidência?
Bem, isso já não importa mais. O caso é que esse encontro trouxe muitas aproximações, muitas alegrias, muitos sorrisos, planos, conquistas, tristezas, traições, desapontamentos, vergonha, e o pior de tudo foi que trouxe também a insistência.
Até que ponto vale persistir numa coisa que teve em pouco tempo muito mais erros que acertos? Não seria mais digno sofrer no início do que amargar a mutilação de um coisa que foi calcificada de forma torta? Imagine:
Você olha para uma direção e vê as coisas nubladas ou duplas referente a passado e futuro;
Estende as mãos para agarrar algo que teoricamente é fácil de alcançar mas não as toca por conta das deformidades;
Tenta dar um salto mas não se ergue mais que uns centímetros;
São apenas alguns exemplos.
Não dê prosseguimento a algo que começa errado. Siga as suas intuições mais centradas e não se deixe levar pela emoção, pois se emocionará muito mais lá na frente de forma dolorosa.
Sei que tiramos muitas lições de tudo na vida e que de uma forma ou de outra as lições se tornam resgates, amadurecimentos, crescimento pessoal, emocional e espiritual. Mas temos o livre arbítrio a nosso favor e se usarmos de forma coerente e consciente o mesmo nos será de grande valia para minimizar os sofrimentos da vida.
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