domingo, 14 de março de 2010

O BOM FILHO A CASA TORNA, MESMO SEM QUERER.

Em um dado momento do ano de 1999, duas pessoas se esbarram por mera coincidência em um ponto qualquer de um universo imenso. Será mesmo coincidência?

Bem, isso já não importa mais. O caso é que esse encontro trouxe muitas aproximações, muitas alegrias, muitos sorrisos, planos, conquistas, tristezas, traições, desapontamentos, vergonha, e o pior de tudo foi que trouxe também a insistência.

Até que ponto vale persistir numa coisa que teve em pouco tempo muito mais erros que acertos? Não seria mais digno sofrer no início do que amargar a mutilação de um coisa que foi calcificada de forma torta? Imagine:

Você olha para uma direção e vê as coisas nubladas ou duplas referente a passado e futuro;

Estende as mãos para agarrar algo que teoricamente é fácil de alcançar mas não as toca por conta das deformidades;

Tenta dar um salto mas não se ergue mais que uns centímetros;

São apenas alguns exemplos.

Não dê prosseguimento a algo que começa errado. Siga as suas intuições mais centradas e não se deixe levar pela emoção, pois se emocionará muito mais lá na frente de forma dolorosa.

Sei que tiramos muitas lições de tudo na vida e que de uma forma ou de outra as lições se tornam resgates, amadurecimentos, crescimento pessoal, emocional e espiritual. Mas temos o livre arbítrio a nosso favor e se usarmos de forma coerente e consciente o mesmo nos será de grande valia para minimizar os sofrimentos da vida.